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estudo guiado

Trilhas de estudo

Não sabe por onde começar? Cada trilha é uma ordem pensada: um tópico prepara o próximo. Marque o que já estudou (ou acerte o quiz do tópico) e o progresso aparece aqui e nos mapas.

seu progresso

0/106 tópicos estudados

AppSec0/9
CloudSec0/11
Agents0/15
SecOps0/10
Engenharia0/8
OWASP Top 100/10
Vibecoding0/9
DevOps0/10
Resposta a incidentes0/8
Segurança ofensiva0/8
GRC e liderança0/8
salvo apenas neste navegador

AppSec do zero à esteira

iniciante

A ordem natural para entender cada verificação e onde ela entra na pipeline.

0/9
  1. CI/CDappsecA esteira é o palco: entenda as etapas antes das ferramentas.
  2. Shift-leftappsecA ideia que organiza tudo: achar cedo custa menos.
  3. Threat modeling - pensar como o atacante antes de codarappsecO ponto mais à esquerda: achar a falha no desenho.
  4. Secrets ScanningappsecO erro mais comum e mais barato de evitar.
  5. SASTappsecOlhar o código que você escreveu.
  6. SCAappsecOlhar o código que você importou.
  7. SBOMappsecGuardar o inventário do que foi entregue.
  8. DASTappsecAtacar a aplicação rodando, de fora.
  9. DevSecOpsappsecJuntar tudo em gates, políticas e cultura.
começar trilha: CI/CD

Cloud security: da identidade à resposta

iniciante

Segue o ciclo cloud: proteger, detectar e responder, começando pela identidade.

0/11
  1. IAM - identidade e acessocloudsecIdentidade é o novo perímetro: o ponto de partida.
  2. Network - segmentação e zero-trustcloudsecSegmentar para limitar o movimento lateral.
  3. Logging & detection - sinais e alertascloudsecSem sinal, não há detecção: logs antes de tudo.
  4. Zero-trust - modelo de confiançacloudsecO modelo mental que une identidade e rede: nenhuma origem é confiável por padrão.
  5. KMS & crypto - chaves e envelopescloudsecCifrar bem depende de controlar as chaves.
  6. Secrets - cofres e rotaçãocloudsecSegredos efêmeros, em cofre, com rotação.
  7. Containers — imagens e cadeia de suprimentoscloudsecImagens imutáveis e a cadeia de suprimentos.
  8. Kubernetes — runtime segurocloudsecO cluster como sistema operacional distribuído.
  9. CSPM — postura cloudcloudsecPostura contínua: detectar desvios de configuração.
  10. CWPP — proteção de workloadcloudsecVer o que acontece dentro do workload.
  11. Resposta a incidentes em cloudcloudsecDo alerta à contenção, com a prova preservada.
começar trilha: IAM - identidade e acesso

Agentes de IA, do RAG à avaliação

intermediário

Monte o pipeline de um agente e aprenda onde cada risco aparece.

0/12
  1. LLM - large language modelai-agentsO núcleo: o que o modelo faz e onde ele falha.
  2. Chunkingai-agentsComo o conhecimento é fatiado.
  3. Embeddingsai-agentsTransformar texto em significado vetorial.
  4. Vector DBai-agentsOnde os vetores moram e quem pode vê-los.
  5. Retrievalai-agentsEscolher o contexto certo para a pergunta.
  6. RAG - retrieval-augmented generationai-agentsJuntar recuperação e geração, e seu risco de injeção indireta.
  7. Tool callingai-agentsQuando o modelo passa a agir no mundo.
  8. MCP - model context protocolai-agentsO protocolo que conecta ferramentas, e sua superfície de ataque.
  9. Orchestrationai-agentsVários agentes, confiança que não deve ser transitiva.
  10. Guardrails - filtros de entrada e saídaai-agentsCamadas de proteção antes e depois do modelo.
  11. Evals - qualidade medida em produçãoai-agentsMedir antes de acreditar.
  12. Regression evals - suite fixa no PRai-agentsProteger o que já funciona a cada mudança.
começar trilha: LLM - large language model

Do commit à nuvem

intermediário

Um caminho cruzando domínios: o mesmo artefato, da esteira à produção.

0/9
  1. Threat modeling - pensar como o atacante antes de codarappsecComece pelo desenho: quais ameaças valem a pena tratar?
  2. Secrets ScanningappsecNada de segredo no repositório.
  3. SCAappsecDependências verificadas antes do build.
  4. SBOMappsecO inventário que acompanha o artefato.
  5. Containers — imagens e cadeia de suprimentoscloudsecO artefato vira imagem: assinada e imutável.
  6. IAM - identidade e acessocloudsecA workload roda com o mínimo de privilégio.
  7. Secrets - cofres e rotaçãocloudsecEm produção, o segredo vem do cofre.
  8. CSPM — postura cloudcloudsecA postura do ambiente é vigiada continuamente.
  9. Resposta a incidentes em cloudcloudsecQuando algo escapa, a resposta já está ensaiada.
começar trilha: Threat modeling - pensar como o atacante antes de codar

Defesa L7 e operação de SOC

intermediário

Do log ao bloqueio: observe, detecte, aja e meça, como um programa de defesa de borda de verdade.

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  1. Telemetria de borda e aplicaçãosecopsSem dado bom, não há detecção boa.
  2. Escala: telemetria, cardinalidade e custosecopsComo manter tudo rápido e barato quando o volume explode.
  3. Ataques L7: o que procurarsecopsAs assinaturas dos ataques que você vai procurar.
  4. Engenharia de detecçãosecopsTransformar padrões em detecções versionadas e medidas.
  5. WAF - observação, shadow e enforcementsecopsAgir com cuidado: observação, shadow e enforcement.
  6. Rate limiting adaptativosecopsLimitar abuso sem punir quem usa de verdade.
  7. Bot managementsecopsSeparar automação legítima de abuso automatizado.
  8. Runbooks, resposta e hardening pós-incidentesecopsContenção rápida e correção que fecha a porta.
  9. SLOs de SOC e tuning contínuosecopsProvar que funciona e ajustar toda semana.
  10. Defesa em camadas: system design de bordasecopsO desenho que une tudo: onde cada controle vive e o que acontece se ele falha.
começar trilha: Telemetria de borda e aplicação

Engenharia de segurança em escala

intermediário

Da infraestrutura como código à automação com freios: como construir a plataforma de segurança.

0/8
  1. Infraestrutura segura como códigosecengComece pelo que você provisiona: infraestrutura revisada e escaneada.
  2. Policy as codesecengRegras executáveis que valem para todo mundo.
  3. Hardening de CI/CDsecengA esteira que entrega tudo precisa ser confiável.
  4. Confiabilidade em escala: idempotência, retries e backpressuresecengEm escala, falha acontece: não perder nem duplicar decisão.
  5. Observabilidade da própria plataforma de segurançasecengSaber quando o próprio pipeline está cego.
  6. Automação de segurança e playbooks como códigosecengResposta automática com freios.
  7. IA na triagem e na mitigaçãosecengAcelerar a triagem sem confiar às cegas.
  8. Segurança como produto internosecengO caminho seguro precisa ser o mais fácil.
começar trilha: Infraestrutura segura como código

OWASP Top 10, do código à operação

iniciante

Os dez riscos mais importantes em aplicações web, na ordem em que fazem mais sentido para aprender, cada um com código que falha, código que resiste e o teste que prova.

0/10
  1. A01 Broken Access ControlowaspO risco número um: quem pode fazer o quê, em toda requisição.
  2. A05 InjectionowaspDado virando instrução: o padrão por trás de SQLi, XSS e comandos.
  3. A07 Authentication FailuresowaspProvar quem é o usuário sem abrir a porta para ninguém mais.
  4. A04 Cryptographic FailuresowaspProteger dados em repouso e em trânsito sem inventar algoritmo.
  5. A02 Security MisconfigurationowaspSoftware correto, configuração insegura: o erro mais barato de achar.
  6. A06 Insecure DesignowaspA falha que está na ideia, não no código.
  7. A03 Software Supply Chain FailuresowaspVocê entrega o código dos outros junto com o seu.
  8. A08 Software or Data Integrity FailuresowaspProvar que o que roda é o que deveria rodar.
  9. A09 Security Logging and Alerting FailuresowaspVer o ataque enquanto ele acontece.
  10. A10 Mishandling of Exceptional ConditionsowaspO que acontece quando algo dá errado também é segurança.
começar trilha: A01 Broken Access Control

Código com IA, com critério

iniciante

Do que essas ferramentas são até usá-las com segurança: camadas, comparação, contexto, paralelismo, verificação e segurança do agente.

0/9
  1. O espectro do vibecodingvibecodingO espectro: de autocomplete a agentes autônomos, e onde cada um serve.
  2. Modelo, harness e providervibecodingModelo, harness e provedor: a confusão que explica quase tudo.
  3. Agents de código comparadosvibecodingClaude Code, OpenCode, OMP, OMO, herdr: o que cada um é de verdade.
  4. Escolhendo um modelo: de fronteira, barato e abertovibecodingModelos de ponta, baratos e abertos: custo, velocidade e para onde vai seu código.
  5. Quando usar o quêvibecodingDa tarefa para a ferramenta, o modelo e o nível de autonomia.
  6. Context engineering para agents de códigovibecodingO que o agente vê decide a qualidade do que ele faz.
  7. O loop de verificaçãovibecodingConfiar só no que você consegue checar.
  8. Orquestração e agents paralelosvibecodingVários agentes sem caos: worktrees, multiplexadores e revisão.
  9. Protegendo o próprio agentvibecodingO agente lê texto não confiável e roda comandos: proteja-o.
começar trilha: O espectro do vibecoding

DevOps do zero à produção

iniciante

A base que DevOps e DevSecOps exigem, na ordem em que cada peça se apoia na anterior.

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  1. Fundamentos de Linux e redesdevopsO chão: processos, permissões, DNS, TCP e TLS.
  2. Fluxos de Git e code reviewdevopsToda mudança entra pela revisão e pelo controle de versão.
  3. Contêineres e imagensdevopsEmpacotar a aplicação de forma pequena, reproduzível e segura.
  4. O ciclo de vida da entregadevopsO ciclo que você vai automatizar e os princípios por trás.
  5. Pipelines de CI que continuam rápidosdevopsPipelines rápidos e confiáveis, claros quando falham.
  6. Infraestrutura como códigodevopsAmbientes descritos em código e reproduzíveis.
  7. Fundamentos de KubernetesdevopsRodar contêineres em cluster com limites e verificações.
  8. Estratégias de release e rollbackdevopsCanary, blue/green e flags: lançar sem apostar tudo.
  9. Observabilidade: métricas, logs e tracesdevopsSaber o que o sistema faz e alertar sobre o que importa.
  10. Confiabilidade: SLOs, error budgets e incidentesdevopsSLOs, orçamento de erro e aprendizado com cada falha.
começar trilha: Fundamentos de Linux e redes

Resposta a incidentes, do alerta à evidência

intermediário

Preparar, detectar, conter e investigar: a ordem em que cada habilidade de defesa se apoia na anterior.

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  1. O ciclo de vida da resposta a incidentesresponseO ciclo, os papéis e a severidade, antes de qualquer crise.
  2. Inteligência de ameaçasresponseQuem ataca, como, e com que confiança sabemos disso.
  3. Análise de logs e construção de uma linha do temporesponseMontar a história a partir de logs com tempo limpo.
  4. Threat huntingresponseProcurar o que os alertas não pegaram, por hipótese.
  5. Triagem, delimitação de escopo e contençãoresponseDimensionar e conter sem destruir evidência.
  6. Playbook de resposta a ransomwareresponseO caso mais difícil, tratado como crise de negócio.
  7. Fundamentos de forense digitalresponseColetar evidência que ninguém consegue contestar.
  8. Fundamentos de análise de malwareresponseTriar um arquivo suspeito com segurança e gerar detecção.
começar trilha: O ciclo de vida da resposta a incidentes

Segurança ofensiva, com autorização

intermediário

Do que separa um teste de um crime até o relatório que vira correção.

0/8
  1. Autorização, escopo e éticaoffsecAutorização, escopo e ética antes de qualquer pacote.
  2. Metodologia de teste de intrusãooffsecFases e padrões que dão repetibilidade.
  3. Reconhecimento e superfície de ataqueoffsecDescobrir o que está exposto, do lado de quem ataca e de quem defende.
  4. Testes de segurança de web e APIoffsecDuas contas e um proxy respondem a maior parte das perguntas.
  5. Caminhos de ataque e escalação de privilégiosoffsecComo fraquezas pequenas se encadeiam, e como cortá-las.
  6. Engenharia social e defesa contra phishingoffsecA superfície humana e os controles que não dependem de perfeição.
  7. Red team, purple team e emulação de adversáriooffsecTestar se a defesa detecta um adversário realista.
  8. Relatar achados e conduzir a remediaçãooffsecO relatório é o produto: impacto, evidência e correção.
começar trilha: Autorização, escopo e ética

GRC e liderança em segurança

intermediário

Risco, frameworks, evidência, métricas e a conversa com a diretoria.

0/8
  1. Gestão de riscos de segurançagrcDecidir por risco, não por urgência.
  2. Frameworks e padrões de segurançagrcO vocabulário comum e como escolher e combinar.
  3. Risco de terceiros e da cadeia de suprimentosgrcA superfície de ataque que não está nos seus servidores.
  4. Princípios de arquitetura de segurançagrcControles desenhados uma vez, como padrão.
  5. Conformidade na prática: controles, evidências e auditoriasgrcEvidência contínua em vez de correria de auditoria.
  6. Métricas de segurança e relatórios para a liderançagrcResultados, não atividade.
  7. Estratégia, roadmap e orçamento de segurançagrcPrioridades, roadmap e orçamento.
  8. Comunicação de crise e cultura de segurançagrcO que dizer na crise e a cultura que a antecede.
começar trilha: Gestão de riscos de segurança