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prática
etapa: todas as fases
2 min de leitura

DevSecOps

Transforma a pipeline em uma série de portões de segurança automatizados — sem travar o time.

OPACosignSigstoreSLSA

O que é

é a combinação de cultura e automação: segurança deixa de ser uma revisão no fim do ciclo e vira código dentro do CI/CD, com responsabilidade compartilhada entre desenvolvimento, operações e segurança.

Security gates

Cada stage ganha um portão com critério explícito:

  • PR bloqueado se ou reportar achado crítico novo
  • imagem de container só sobe se o scan de vulnerabilidades passar
  • deploy condicionado a artefato assinado e verificado
  • política como código (/Rego) versionada junto com a pipeline

Política como código: o gate escrito, não combinado

Um gate de verdade não é acordo verbal — é um arquivo versionado que a pipeline consulta. Em OPA/Rego, a regra abaixo nega qualquer imagem com vulnerabilidade crítica, e o texto do motivo sai na mensagem de erro do deploy:

policy/imagens.regorego
package deploy

deny[msg] {
  input.image.vulns.critical > 0
  msg := sprintf("imagem %s tem %d vulnerabilidades críticas",
                 [input.image.name, input.image.vulns.critical])
}

Provar procedência: o deploy que verifica assinatura

O nível seguinte é provar origem e integridade: frameworks como e registram a proveniência de cada artefato, e ferramentas como Cosign/Sigstore assinam imagens e commits. O deploy só prossegue se a assinatura bater — o artefato veio da sua pipeline, do commit esperado, sem adulteração:

deploy.shbash
cosign verify --key cosign.pub ghcr.io/org/app:1.4.2
cosign verify-attestation --type slsaprovenance \
  --key cosign.pub ghcr.io/org/app:1.4.2

O equilíbrio

Portão rígido demais vira contorno: devs dão bypass em ferramenta que trava entrega por falso positivo. O caminho saudável é começar em modo auditoria (alerta sem bloqueio), medir, ajustar regras e endurecer os gates aos poucos — cada endurecimento é uma decisão baseada em dados, não em fé.

DevSecOpsSegurança como código dentro do CI/CD, com gates automatizados e responsabilidade compartilhada.ver no glossário →SASTAnálise estática: examina o código sem executar. Acha por análise de fluxo, não por adivinhação.ver no glossário →SCAAnálise de composição: inventaria dependências de terceiros e cruza com CVEs conhecidas.ver no glossário →RegoOPALinguagem declarativa do Open Policy Agent para escrever políticas avaliadas sobre uma entrada (plano de Terraform, manifesto Kubernetes, requisição de API).ver no glossário →SLSASupply-chain Levels for Software Artifacts: escala de 1 a 4 para a integridade do build — do 'tem documentação' até 'build à prova de adulteração com proveniência verificável'.ver no glossário →in-totoFramework que assina, etapa por etapa, o que a pipeline fez: prova que o processo esperado rodou, na ordem esperada, sem etapa trocada.ver no glossário →

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atualizado em 14/10/2026 · fontes para aprofundar · reportar erro

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